O do Tiririca é engraçada, mais é um baita golpe pra entrar um monte de ladrão junto com ele. Afinal, o voto pra deputado é do partido e não do candidato. É só lembrar da eleição do Enéias, que teve votação record e arrastou um monte de candidatos, até quem não tinha um voto se quer (ou seja, nem o próprio votou nele mesmo porque sabia que era ladrão). Resultado, todos, sem excessão, envolvidos na máfia da sangsuga. Quem der um voto de protesto no Tiririca (porque pior do que tá não fica) vai acabar elegendo um monte de bandidos (eita, fica pior sim!).
A BRASIL S/A. Repetirei o que já disse tantas vezes. O Brasil pode ser visto como uma grande empresa.
A Matriz é Brasília, cuja sede conta com a Presidência (Chefe do Executivo); a Diretoria (Congresso nacional) com função fiscalizadora/punitiva da Presidência; e o Departamento Jurídico (Supremo Tribunal Federal - STF), cuja função é julgadora de todos os integrantes - Presidente, Diretoria e o Próprio STF.
Há as Filiais - os Estados que contam com diretores regionais (Governadores) e também com diretorias regionais (Assembléias Legislativas) e um Derpatamento Jurídico - Tribunais Regionais Federais (TRF´s).
Há ainda as gerências locais - Municípios; que contam com seus respectivos gerentes (Prefeitos) e seus fiscais (Vereadores).
Cada instância tem uma responsabilidade ímpar na Brasil S/A. Não há porquê menosprezas deputados estaduais e federais; governadores; prefeitos e vereadores. Se eles são tão inúteis como a maioria da população pensa, não exisitiriam. A cobrança deve ser global.
Cabe aos clientes acionistas majoritários (eleitores) cobrar de seus subordinados indiretos. Em toda empresa, são os acionistas que mandam. Eles têm o poder de cobrar e mudar.
Difícil e onscientizá-los disso. É redícula esta supervalorização do Chefe do Executivo. O pior de tudo é que eles são os maiores culpados disso. É comum ouvir nas propagandas eleitorais "eu vou fazer isso; vou fazer aquilo". Quando na realidade, para realizar determinada reforma, o Presidente vai precisar negociar e muito com o Congresso.
Na campanha de 2006, a anta do Alckmin disse: "OS IMPOSTOS VÃO BAIXAR, EU GARANTO".
Iria baixar nada. Ele não teria poderes para tanto. Há vários anos se fala em Reforma Tributária: os governos Collor. FHC não conseguiu aprovar, Lula não conseguiu, Itamar não conseguiram aprovar nada de significatico
Há muito interesse por trás - de empresários, Estados, DF, Municípios e da própria União. Além de interesses partidários, pois o Governo que conseguir aprovar, vai ficar bem na mídia. Muitos partidos não querem isso. O PT lutava contra quando era oposição, hoje é o PSDB quem luta contra.
Com a reforma política é a mesma coisa. Toda grande reforma é assim. E continuam querendo que o Presidente faça milagres.
O do Tiririca é engraçada, mais é um baita golpe pra entrar um monte de ladrão junto com ele. Afinal, o voto pra deputado é do partido e não do candidato. É só lembrar da eleição do Enéias, que teve votação record e arrastou um monte de candidatos, até quem não tinha um voto se quer (ou seja, nem o próprio votou nele mesmo porque sabia que era ladrão). Resultado, todos, sem excessão, envolvidos na máfia da sangsuga. Quem der um voto de protesto no Tiririca (porque pior do que tá não fica) vai acabar elegendo um monte de bandidos (eita, fica pior sim!).
ResponderExcluirA culpa disso é da maioria dos eleitores.
ResponderExcluirA BRASIL S/A.
Repetirei o que já disse tantas vezes. O Brasil pode ser visto como uma grande empresa.
A Matriz é Brasília, cuja sede conta com a Presidência (Chefe do Executivo); a Diretoria (Congresso nacional) com função fiscalizadora/punitiva da Presidência; e o Departamento Jurídico (Supremo Tribunal Federal - STF), cuja função é julgadora de todos os integrantes - Presidente, Diretoria e o Próprio STF.
Há as Filiais - os Estados que contam com diretores regionais (Governadores) e também com diretorias regionais (Assembléias Legislativas) e um Derpatamento Jurídico - Tribunais Regionais Federais (TRF´s).
Há ainda as gerências locais - Municípios; que contam com seus respectivos gerentes (Prefeitos) e seus fiscais (Vereadores).
Cada instância tem uma responsabilidade ímpar na Brasil S/A. Não há porquê menosprezas deputados estaduais e federais; governadores; prefeitos e vereadores. Se eles são tão inúteis como a maioria da população pensa, não exisitiriam. A cobrança deve ser global.
Cabe aos clientes acionistas majoritários (eleitores) cobrar de seus subordinados indiretos. Em toda empresa, são os acionistas que mandam. Eles têm o poder de cobrar e mudar.
Difícil e onscientizá-los disso. É redícula esta supervalorização do Chefe do Executivo. O pior de tudo é que eles são os maiores culpados disso. É comum ouvir nas propagandas eleitorais "eu vou fazer isso; vou fazer aquilo". Quando na realidade, para realizar determinada reforma, o Presidente vai precisar negociar e muito com o Congresso.
Na campanha de 2006, a anta do Alckmin disse: "OS IMPOSTOS VÃO BAIXAR, EU GARANTO".
Iria baixar nada. Ele não teria poderes para tanto. Há vários anos se fala em Reforma Tributária: os governos Collor. FHC não conseguiu aprovar, Lula não conseguiu, Itamar não conseguiram aprovar nada de significatico
Há muito interesse por trás - de empresários, Estados, DF, Municípios e da própria União. Além de interesses partidários, pois o Governo que conseguir aprovar, vai ficar bem na mídia. Muitos partidos não querem isso. O PT lutava contra quando era oposição, hoje é o PSDB quem luta contra.
Com a reforma política é a mesma coisa. Toda grande reforma é assim. E continuam querendo que o Presidente faça milagres.
Depois reclamam dos "Titiricas".