sábado, 6 de fevereiro de 2010

Fim da Escuridão x Busca Implacável

Ontem assisti ao filme “Fim da Escuridão”. Filme de vingança que lembra muito um o outro filme, “Busca implacável”. A premissa de “Fim da Escuridão” a seguinte: a filha do mocinho morre, primeiro ele pensa que queriam matá-lo, daí ele quer vingança, investiga f*dªsticamente, começa a descobrir várias coisas sobre a filha, algumas pessoas morrem e eles falam algumas frases de efeito. Mas não vamos falar muito da trama do filme, vamos fazer uma comparação.

Nos dois filmes temos: caras durões de meia idade, mocinhas meigas e fofas adoradas pelos pais, caras maus, muito maus, cenas WOW e frases de efeito. Mas entre os dois eu tenho o meu preferido.

No “Fim da Escuridão” eu pulei da cadeira do cinema em uma das cenas, totalmente inesperada e cabulosa, só vendo pra saber. Porém, a história envolve ativistas, políticos corruptos, um leitinho do capeta, e a contagem de corpos geral dá o que? Enfim, não que eu pontue os meu filmes de ação pelo número de pessoas mortas, só que a referência que estamos usando é o “Busca implacável”. Como muitos filmes de ação, possui cenas dispensáveis (daquelas que subestimam totalmente a capacidade intelectual e a moral dos caras maus que produzem armas nucleares, exemplo: pegam o mocinho e não o matam, amarram numa maca), também tem aquela personagem que parece ter saído da família Soprano e tem uns flashbacks dramáticos para mostrar o quanto o Mel Gibson amava a filhinha dele.


Já no filme “Busca Implacável”, a trama é muito mais divertida, temos moças virgens sendo vendidas, máfia albanesa e, além disso, o filme se passa em Paris, muito mais chique. Apesar da Shannon tá fazendo um papel esquisito, no estilo “sou pura e virgem e tenho 17 aninhos” o filme é demais. Bryan Mills entra no rol dos pais protetores como John McClane, movendo mundos e matando alguns bandidos para salvar sua amada filha. O filme é frenético, daqueles que viram marco de um gênero e você não consegue ver um filme parecido sem pensar nele.



Gostei muito dos dois filmes, mas na minha balança, “Busca Implacável” foi mais, digamos, representativo que “Fim da Escuridão”. Aos que gostam de ação, sugiro os dois.



Vou ali tomar uma água tônica,




Beijo da Kissú.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Programação da TV brasileira

Semana passada vieram instalar a internet aqui em casa, os grandes amigo que fizeram a instalação APENAS cortaram nosso cabo da TV por assinatura. Passamos o fim de semana inteirinho só com TV aberta, sábado tudo bem, pois tínhamos outras atividades (o glorioso evento social que demos aqui em casa, com direito a ligação do síndico). Domingo a história foi diferente, o videogame já tava quente e foi inevitável... Tivemos que ligar a TV... Um dos destaques do programa Fantástico era que uma moça havia sido traída em cadeia nacional: seu namorado é um dos participantes do Big Brother.... Meu Deus, olha no que eles dão destaque! Não quero nem imaginar o que tava passando mais cedo...

Eu queria dedicar a este fim de semana uma música de Jean-Benoît Dunckel, que retrata muito bem o meu sentimento, “TV Destroy”. Segue o clipe.



Por uma TV aberta mais decente.

Beijo da Kissú.

domingo, 31 de janeiro de 2010

CD: Heligoland (Massive Attack)

Desde 2003 eu esperava por um novo trabalho do Massive Attack. Com toda abertura de House, ouvindo no fundo Teardrop, eu sonhava em ouvi algo novo dos brilhantes 3D e Daddy G. Eu estava esperando algo como a faixa “Leave with Me” que é minha música favorita da banda. Não foi pra tanto, mas Heligoland é mais um CD genial.

O 5º CD do Massive Attack traz os belos vocais de Martina Topley-Bird (a namorada do Trick) que acompanho, adoro e indico, também de Hope Sandoval, super fofa e faz parcerias com Air e Jesus and Mary Chain em músicas belíssimas, isso sem faltar o famoso Ah-a-a-a entrecortado do Horacy Andy que acho demais, além de outros artistas famosos, como Tunde Adebimpe, do TV on the Radio e Damon Albarn, do Blur/Gorrilaz. Ouvi outros CDs recentes esse fim de semana e esse foi o melhor disparado... Tava contando com coisas muito boas no Love 2 do Air, mas além dos dois terem um estilo muito diferente, Love 2 fica no chinelo perto de Heligoland.

Heligoland dá continuidade ao clássico Trip-hop da banda... Além de ser um puta fuckmusic... Letras maravilhosas e marcantes, um som que mostra uma evolução da banda inglesa sem perder a essência. É um CD envolvente que vale a pena escutar com o(a) namorado(a).

Segue um clipe não-oficial da faixa “Paradise Circus” com Hope Sandoval.

Espero que aproveitem!


Beijo da Kissú.


PS.: Quer ouvi o CD inteiro? Pergunte-me como.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Games: Jogos musicais

Há alguns meses atrás adquirimos o jogo Beatles Rock Band, porém, o adorável vendedor esqueceu de nos prevenir que este jogo não funciona sem acessórios adequados. Eu jurava que ia chegar em casa e com o joystick (como eu jogava no meu PS 2) e o headset do nosso XBOX 360, eu ia me divertir horrores e acordar os vizinhos. Só que a pessoa em questão sou eu, e as coisas raramente saem da forma esperada. Fiquei decepcionada, mas me recusei a voltar e escolher outro jogo.
Nunca na minha vida que eu iria pagar mais de MIL pilas para comprar a banda inteira, então começamos devagar, compramos o Guitar Hero III, acompanhado da guitarra, compatível com quase todos os jogos de música, aí foi uma festa, mas a diversão lá em casa só foi completa quando compramos o jogo Lips, um jogo estilo karaokê, que vem acompanhado de dois microfones muito estilosos, que acendem luzinhas coloridas e é sensível a movimento.
Daí o negócio desandou, para nossos bolsos, é claro, compramos vários jogos, nem todos compatíveis com nossos microfones, nós realmente esperamos que os jogos vindouros sejam compatíveis, pois é uma p#t% sacanagem cada jogo ser compatível apenas com um acessório específico. O novo game da Activision, o DJ Hero, por exemplo tem o controle no formato de pick-up, não consegui colher muitas informações, mas pelo que li em alguns fóruns, não é possível jogar com o joystick tradicional. Não curto muito música de “balada”, mas o game tem um set list muito interessante que vai de Mötorhead à Jackson 5.

Beatles Rock Band



Esse jogo é uma experiência única para fãs de Beatles como eu. Até a banda U2 ficou doida pra ter um jogo como esse depois de jogar Beatles Rock Band.
É um trabalho muito bonito e primoroso da Harmonix. Não tive nenhuma experiência com a bateria (seria um desastre total devido minha falta de coordenação motora), mas jogar com a guitarra e cantar é muito divertido. Nós acompanhamos a trajetória da banda através das músicas mais conhecidas e adoradas da banda, a cada canção executada, de acordo com o desempenho do jogador, vários itens são disponibilizados, tais como fotos e gravações.
O negócio é pra fã mesmo. Esse foi o único Rock Band que joguei, mas o visual é mais limpo e claro que os da franquia Guitar Hero, que também adoro.

Guitar Hero World Tour

O set list deste jogo é sensacional. Você poder fazer o seu músico como no jogo the Sims, já joguei outros jogos da franquia, achei esse mais possível e empolgante (alguns dos jogos, como o Guitar Hero III são muito rápidos até mesmo nos níveis de dificuldade mais baixos), joguei do início ao fim num dia só.
Com relação ao Beatles Rock Band, é um jogo muito mais frenético, isso no sentido de jogabilidade mesmo, é tudo muito rápido. Por ser um jogo um pouquinho mais antigo, dá pra jogar usando o headset com a mesma alegria. Eu fiquei totalmente de cara quando o Jimi Hendrix invade o palco e me dá uma tapinha nas costas e achei sensacional o “zeramento”. Tem muitas “participações” especiais de músicos e os duelos de guitarra são maneiríssimos.
O set list do Guitar Hero World Tour não é composto unicamente por músicas headbangers, tem também músicas pop e country e até música latina.


É uma onda muito boa essa dos jogos musicais. Além de divertir muito permite uma maior interação entre as pessoas, que digam as pessoas da família do Tiago no almoço de ano novo.

Para quem quer adquirir um jogo com instrumento, segue uma lista de compatibilidade, pra você não se decepcionar como eu.


Um beijo da Kissú para todos os seus fãs (kkkkk, brincadeira)

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Distrito 9: extratos




Minha missão nesse blog não é fazer crítica de cinema, na verdade não tem missão nenhuma, mas como não posto nada há muito tempo, vou transcrever aqui trecho de uma conversa filosófica sobre o filme Distrito 9.


“Kissú: Neste último fim de semana assisti a um filme que me lembrou você. O “Distrito 9”, achei muito legal e recomendo.


Leo: Agora fiquei curioso, será que tenho alguma coisa a ver com o Wikus Van De Merwe ou com algum "Camarão"??? huahauhauahau.


Kissu: Ahhh, eu lembrei de você quando assisti ao filme pq pensei em quantas discussões filosóficas ele geraria... só isso.


Leo: Assisti Distrito 9, na sexta-feira, estou com o hábito de ir ao cinema pelo menos uma vez por semana, está me fazendo muito bem. E realmente adorei D9, foi o terceiro melhor filme que vi no cinema esse ano, só senti algumas pequenas inconsistências no roteiro, como por exemplo, se os aliens eram tão mais fortes e com uma tecnologia tão mais avançada e não empreenderam uma dominação da raça humana, para eles seria fácil, vide que com apenas duas armas deles eles detonaram a sede da MNU!


Kissú: Quanto a "não-dominação" da Terra pelos alienígenas de "Distrito 9", não vejo como inconsistência, eles parecem pacíficos, e é notório que a capacidade intelectual do Christopher Johnson é mais alta que dos demais, e também tem aquilo que é dito no filme que os tripulantes da nave mais parecem operários, e mais, era apenas a tripulação de uma nave sem contato com o planeta natal contra a Terra inteira... se eu fosse um deles também ficaria pianinho... Enfim, é a minha opinião.


Leo: Seu entendimento é muito acertado Carol, lembro até mesmo que quando mostram pela primeira vez os aliens eles estão bem raquíticos e assustados, realmente eles são pacíficos ao ponto de serem explorados pela fela-da-putagem humana. Você está certa, não é uma inconsistência.”


Enfim, como disse meu amigo Leo, eu estou certa (viu Tiago, eu estou sempre certa), o filme é massa (pra quem gosta de ficção científica, ação e não ficar reparando que o que é mostrado na tela é descrito naquele formato de documentário, no estilo Teletubbies) e eu sou fã do ET Chirstopher, pq ele é brother e usa um colete vermelho (isso te lembra alguma coisa, ham???). Como falei isso não é critica nem nada, apenas uma sugestão. Mas talvez vocês odeiem.


Beijos, meliga!!!


Kissú

terça-feira, 11 de agosto de 2009

No sense at all 2!!!

video

Mostrando novamente meus dotes artísticos...

Apresentação no bangalô da AABB, Festa Havaiana da DIMPE! Como o Fernando tirou todos os outros vídeos do YouTube, resolvi publicar o vídeo remanescente aqui, por segurança !!!

Prometo voltar em breve,

Beijos da Kissú!!!

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Luto

Sempre achei a morte algo muito natural. Mesmo tendo perdido algumas pessoas queridas, a maior dor era a da saudade. Talvez essa reação “indiferente” à morte seja por que ela nunca tinha passado tão perto de mim. Eu lembro quando o primeiro ente querido morreu e eu já conseguia compreender, foi minha bisavó, só que eu não entendia bem o que era aquilo tudo, mas chorei, pois sabia que não a teria mais por perto. Quando foi a vez do meu bisavô e xará, vô Calu, de Carolino, eu pensei que aquilo tudo fosse conseqüência natural da velhice, pois tinha sido assim com minha bisa também. Desde então nunca mais chorei diante dela, a tão temida morte.
Mas quando a morte leva alguém que é uma parte de você, alguém que te deu vida, aí sim, a gente sente, e sente fundo, como se um pedaço de você morresse junto. Mesmo com todos os caminhos opostos, tanta distância e desencontros, a gente sente muito e vem uma dor tão cortante e profunda, e não sabemos nem como agir.
Assim me sinto agora, ferida, abatida, triste. E depois da dúvida de que não existiam mais lágrimas, elas vieram, e foram muitas, e penso que virão muitas outras, até a dor se afogar num rio de silenciosas lágrimas, aquelas que vêm de dentro da alma e não dos olhos.
Hoje perdi uma parte de mim, e assino não como Kissú, mas do jeito que o senhor me disse que queria que eu assinasse. Hoje sou Caroline Lopes Durce Martinoff, e de algum jeito sempre serei.