Ontem assisti ao filme “Fim da Escuridão”. Filme de vingança que lembra muito um o outro filme, “Busca implacável”. A premissa de “Fim da Escuridão” a seguinte: a filha do mocinho morre, primeiro ele pensa que queriam matá-lo, daí ele quer vingança, investiga f*dªsticamente, começa a descobrir várias coisas sobre a filha, algumas pessoas morrem e eles falam algumas frases de efeito. Mas não vamos falar muito da trama do filme, vamos fazer uma comparação. Nos dois filmes temos: caras durões de meia idade, mocinhas meigas e fofas adoradas pelos pais, caras maus, muito maus, cenas WOW e frases de efeito. Mas entre os dois eu tenho o meu preferido.
No “Fim da Escuridão” eu pulei da cadeira do cinema em uma das cenas, totalmente inesperada e cabulosa, só vendo pra saber. Porém, a história envolve ativistas, políticos corruptos, um leitinho do capeta, e a contagem de corpos geral dá o que? Enfim, não que eu pontue os meu filmes de ação pelo número de pessoas mortas, só que a referência que estamos usando é o “Busca implacável”. Como muitos filmes de ação, possui cenas dispensáveis (daquelas que subestimam totalmente a capacidade intelectual e a moral dos caras maus que produzem armas nucleares, exemplo: pegam o mocinho e não o matam, amarram numa maca), também tem aquela personagem que parece ter saído da família Soprano e tem uns flashbacks dramáticos para mostrar o quanto o Mel Gibson amava a filhinha dele.

Já no filme “Busca Implacável”, a trama é muito mais divertida, temos moças virgens sendo vendidas, máfia albanesa e, além disso, o filme se passa em Paris, muito mais chique. Apesar da Shannon tá fazendo um papel esquisito, no estilo “sou pura e virgem e tenho 17 aninhos” o filme é demais. Bryan Mills entra no rol dos pais protetores como John McClane, movendo mundos e matando alguns bandidos para salvar sua amada filha. O filme é frenético, daqueles que viram marco de um gênero e você não consegue ver um filme parecido sem pensar nele.
Gostei muito dos dois filmes, mas na minha balança, “Busca Implacável” foi mais, digamos, representativo que “Fim da Escuridão”. Aos que gostam de ação, sugiro os dois.
Vou ali tomar uma água tônica,
Beijo da Kissú.

